Catolicismo

O CATOLICISMO ROMANO

A Igreja Católica menciona o ano de 33 d.C como a data da sua fundação. Isto vem do fato de que toda ramificação do cristianismo costuma ligar a sua origem à Igreja já fundada por Jesus Cristo. Porém , quanto ao desenvolvimento da organização eclesiástica e doutrinaria da Igreja Romana é muito difícil fixar com exatidão a data de sua fundação , porque o seu afastamento das doutrinas bíblicas deu-se paulatinamente.

Começo da Degeneração

Durante os primeiros três séculos da Era Cristã , a perseguição à Igreja verdadeira ajudou a manter a sua pureza , perseverando-a de líderes maus e ambiciosos.
Logo no início do século IV, Constantino ascendeu ao posto de imperador . Isso parecia ser o triunfo final do cristianismo , mas, na realidade, produziu resultados desastrosos dentro da Igreja . Em 312, Constantino, apoiou o cristianismo e o fez religião oficial do Império Romano. proclamado a si mesmo benfeitor do cristianismo , achou-se no direito de convocar um Concílio em Niceia , para resolver certos problemas doutrinários gerados por det Qerminados segmentos da Igreja. Nesse Concílio foi estabelecido o chamado “ Credo dos Apóstolos “ .

Causas da decadência da Igreja.

A decadência doutrinária , moral e espiritual da Igreja, começou quando milhares de pessoas foram por elas batizadas e recebidas como membros, sem terem experimentado uma real conversão bíblica. Verdadeiros pagãos que eram, introduziram-se no seio da Igreja trazendo com sigo os seus deuses , que, segundo eles, eram o mesmo Deus adorado pelos cristãos.
Nesse tempo , homens ambiciosos e sem temor de Deus começaram a buscar cargos na Igreja como meio de obter influência social e política, ou para gozar dos privilégios e do sustento que o Estado garantia a tantos quanto fizessem parte do clero . Deste modo, o formalismo e as crenças pagãs iam-se infiltrando na Igreja até o nível de paganizá-la completamente.

Raízes do Papado e da Mariolatria.

Desde o ano 200 a.C até o ano 276 da nossa Era , os imperadores romanos haviam ocupado o posto e o título de Sumo Pontífice da Ordem Babilônica. Depois que o imperador Graciano se negara a liderar essa religião não-cristã, Dâmaso , bispo da Igreja cristã em Roma, foi nomeado para este cargo no ano 378 . Uniram-se assim numa só pessoa todas as funções do sumo sacerdote apóstata com os poderes de um bispo cristão.
Imediatamente depois deste acontecimento , começou-se a promover a adoração a Maria como Rainha do Céu e a Mãe de Deus. Daí procederam todos os absurdos romanistas quanto à humilde pessoa de Maria , a mãe do Salvador.
Formas pagãs, como a ênfase sobre o mistério e a magia, influenciaram a Igreja. O sacerdote , o altar, a missa e as imagens de escultura assumiram papel de preponderância no culto. A autoridade era centralizada numa igreja dita infalível e não na vontade de Deus conforme a sua Palavra.

 

Paganização da Igreja Romana.

Note a seguir o processo de paganização da Igreja Católica Romana, desde de que ela começou a abandonar a simplicidade do Evangelho de Cristo, até os nossos dias.

Sec. I-II, ano 196. Dogma ou cerimônia : Nesse período da História, a Igreja não aceitou nenhuma doutrina antibíblica.
Sec. II, ano 197. Zeferino, bispo de Roma, começa um movimento herético contra a divindade de cristo.
Sec. III, ano 217. Calixto se torna bispo de Roma, pondo-se à frente da propaganda herética e levando a Igreja de Roma para mais longe do caminho de Cristo.
Sec. III, ano 270.Origem da vida monástica no Egito, por Santo Antônio.
Sec. IV, ano 370. Culto dos santos professado por Basílio de Cessáreia e Gregório de Nazianzo . Primeiros indícios do turíbulo ( incensário ) , paramentos e altares nas Igrejas, usos esses introduzidos pela influência dos pagãos convertidos.
Sec. IV, ano 400. Orações pelos mortos e sinal da cruz feito no ar.
Sec. V, ano 431. Maria é proclamada a Mãe de Deus.
Sec. VI ,ano 593. O dogma do Purgatório começa a ser ensinado .
Sec.VI, ano 600. O Latim passa a ser usado como língua oficial nas celebrações liturgicas.
Sec. VII ,ano 609. O começo histórico do papado.
Sec. VIII, ano 758. A confissão auricular é introduzida na Igreja por religiosos do Oriente.
Sec VIII, ano 789. Inicio do culto das imagens e das relíquias.
Sec. IX, ano 819. A festa da Assunção de Maria é observada pela primeira vez.
Sec. IX, ano 880 . Canonização dos santos.
Sec. X, ano 998. Estabelecimento do dia de Finados.
Sec. X, ano 998. Quaresma.
Sec. X, ano 1000. Cânon da Missa.
Sec. XI, ano 1074. Proíbe-se o casamento para os sacerdotes.
Sec. XI ano 1075. Os sacerdotes casados devem divorciar-se , compulsoriamente cada um de sus esposa.
Sec. XI, ano 1095. Indulgências plenárias.
Sec. XI, ano 1100. Introduzem-se na igreja o pagamento da missa e o culto dos anjos.
Sec. XII, ano 1115. A confissão é transformada em artigo de Fé.
Sec. XII, ano 1125. Entre os cônegos de Lião, aparecem as primeiras idéias da Imaculada Conceição de Maria.
Sec. XII, ano 1160. Estabelecidos os 7 sacramentos.
Sec. XII, ano 1186. O Concílio de Verona estabelece a Santa Inquisição.
Sec. XII, ano1190. Estabelecida a venda de indulgências.
Sec. XII, ano 1200. Uso do rosário, por São Domingos, chefe da inquisição.
Sec. XIII, ano 1215. A transubstanciação é transformada em artigo de fé.
Sec. XIII, ano 1220. Adoração à hóstia.
Sec. XIII, ano 1226. Introduz-se a elevação da hóstia.
Sec. XIII, ano 1229. Proíbe-se aos leigos a leitura da Bíblia.
Sec. XIII, ano 1264. Festa do Sagrado Coração.
Sec. XIV, ano 1303. A Igreja Católica Apostólica Romana é proclamada como sendo a única verdadeira, e somente nela o homem pode encontrar a salvação…
Sec. XIV, ano 1311. Procissão do Santíssimo Sacramento e a oração da Ave – Maria.
Sec. XV, ano 1414. Definição da comunhão com um só elemento, a hóstia. O uso do cálice fica restrito ao sacerdote.
Sec. XV, ano 1439. Os 7 sacramentos e o dogma do Purgatório são transformados em artigo de fé.
Sec. XVI, ano 1546. Conferida a Tradição autoridade igual a Bíblia.
Sec. XVI, ano 1562. Declara-se que a missa é oferta propiciatória e confirma-se o culto aos santos.
Sec. XVI, ano 1573. É estabelecida a canonicidade dos livros apócrifos.
Sec. XIX, ano 1854. Definição do dogma da Imaculada Conceição de Maria.
Sec. XIX, ano 1864. Declaração da autoridade temporal do papa.
Sec. XIX, ano 1870. Declaração da infalibilidade papal.
Sec. XX, ano 1950 . A assunção de Maria é transformada em fé.

 

 

 

 

 

É Pedro o fundador da Igreja ?

A Igreja Católica Romana considera o apóstolo Pedro como a pedra fundamental sobre a qual Cristo edificou a sua Igreja. Para fundamentar este ensino, apela, principalmente para a passagem de Mateus 16.16-19: ‘’E Simão Pedro, respondendo disse-lhe: Tu és o Cristo , o Filho de Deus vivo . E Jesus , respondendo, disse-lhe: Bem aventurado és tu , Simão Barjonas , porque to não revelou a carne e o sangue , mas meu Pai, que estás nos céus . Pois também eu te digo que tu és Pedro , e sobre esta pedra edificarei a minha igreja , e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do reino dos céus ; e tudo que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo que des ligares na terra , será desligado nos céus’’.
Dessa passagem , a Igreja Romana deriva o seguinte raciocínio :
a. Pedro é a rocha sobre a qual a igreja está edificada.
b. A Pedro foi dado o poder das chaves, portanto, só ele detém o poder de abri as portas dos céus.
c. Pedro tornou-se o primeiro bispo de Roma.
d. Toda autoridade foi conferida a Pedro até a nossos dias, através da linguagem de bispos e papas, todos vigários de Cristo na terra.

 

Uma interpretação absurda.

Partindo deste raciocínio , o padre Miguel Maria Giambelli põe o versículo 19 de Mateus 16 nos lábios de Jesus da seguinte maneira : ‘’Nesta minha igreja, que é o reino dos céus aqui na terra , eu te darei também a plenitude dos poderes executivos, legislativos e judiciários, de tal maneira que qualquer coisa que tu decretares , eu a ratificarei lá do Céu, porque tu agirás em meu nome e com a minha autoridade’’. ( A Igreja Católica e os Protestantes, pag. 68. )
Numa simples comparação entre a teologia vaticana e a Bíblia, a respeito do apóstolo Pedro e sua atuação no seio da igreja nascente, descobre-se quão absurda é sua interpretação romanista a respeito da pessoa e mistério desse apóstolo do Senhor. Mesmo numa despretensiosa análise do assunto conclui-se que :
– Pedro jamais assumiu no seio do cristianismo nascente a posição e as funções que a teologia católica romana procura atribuir-lhe.
– De acordo com a Bíblia , Cristo é pedra . ‘’Estavas vendo isto, quando uma pedra foi cortada, sem mão, a qual feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou’’( Dn. 2.34).

O Alegado Primado de Pedro.

Da interpretação doutrinária que a Igreja Católica Romana faz de Mateus 16.16-19 , deriva outra interpretação: o ensino de que Jesus fez de Pedro o ‘’Príncipe dos Apóstolos’’, pelo que veio a se tornar o primeiro bispo de Roma, do qual os papas, no decorrer dos séculos , são legítimos sucessores.

O Purgatório.

A idéia do Purgatório tem suas origens no Budismo e noutros sistemas religiosos da antigüidade. Até a época do papa Gregorio I, porém, o Purgatório não tinha sido oficialmente reconhecido como parte integrante da doutrina romanista.
Esse papa adicionou o conceito de fogo purificador a crença, então corrente, de que havia um lugar entre o Céu e o Inferno, para onde eram enviadas as almas daqueles que não eram tão maus, a ponto de merecerem o Inferno, mas também, não eram tão bons, a ponto de merecerem o Céu. Assim, surgiu a crença de que o fogo do purgatório tem poder de purificar a alma de todas as suas escórias, até fazê-la apta a se encontra com Deus.

Alegadas razões desse Dogma.

Buscando provar a existência do Purgatório, a Igreja Romana apela para algumas passagens bíblicas, das quais extrai apenas falsas inferências, e nada mais. Entre os versículos preferidos, destacam-se os seguintes:
-‘’Se alguém proferir contra o Filho do Homem ser-lhe-á perdoada; mas se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isto perdoado, nem neste mundo nem no porvir’’ (Mt. 12.32).
– ‘’Digo-vos que toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão contra o dia do juízo’’ (Mt 12.36).
– ‘’… se a obra de alguém se queimar sofrerá ele dano; mas esse mesmo será solvo, todavia, como que através do fogo’’ (1Co 3.15).

Uma descrição do Purgatório.

De acordo com a teologia romanista, o Purgatório, além de ser um lugar de purificação, é também um lugar onde a alma cumpre pena; pelo que o fogo do Purgatório deve ser temido grandemente. O fogo do Purgatório será mais terrível do que todo o sofrimento corporal reunido. Um único dia nesse lugar de expiação , poderá ser comparado a milhares de dias de sofrimentos terrenos.

 

 

Quem vai para o Purgatório?

À pergunta : _ Que vai para o Purgatório? _ responde o papa Pio IV: 1._ ‘’Os que morrem culpados de pecados menores, que costumamos chamar veniais, e que muitos cristãos cometem _ e que, ou por morte repentina, ou por outra razão, são chamados desta vida, sem que se tenha arrependido destas faltas ordinárias. 2. Os que, tendo sido formalmente culpados de pecados maiores, não deram plena satisfação deles à justiça divina’’.( A Base da Doutrina Católica Contida na Profissão de Fé.)

Sufrágios pelos que se acham no Purgatório.

Entre o que se pode assistir aos que se encontra no Purgatório, há três atos que se destacam no ensino romanista, que são:

Oração pelos mortos.

É de se supor que a prática ramanista de se interceder pelos mortos tenha-se gerado da falsa interpretação das seguintes palavras de Paulo: ’’Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graça, em favor de todos os homens’’ (1Tm 2.1).

Missas.

As missas são tidas como os principais recursos empregados em benefício das almas que estão no Purgatório, pois, segundo o ensino romanista, a missa beneficia não só a alma que sofre no purgatório, como também acumula méritos àqueles que as mandam dizer.

 

Esmolas.

Dar esmolas com a intenção de aplicá-las nas necessidades da alma que pena no Purgatório, ‘’é jogar água nas chamas que a devoram’’. Pretende a Igreja Romana que ,’’exatamente como a água apaga o fogo mais violento, assim a esmola lava o pecado’’.

Refutação.

O Purgatório é, não só uma fábula engenhosamente montada, mas a sua doutrina constitui-se de um vergonhoso sacrilégio á honra de Deus e num desrespeito a obra perfeita efetuada por Cristo na cruz do Calvário.
Todas estas incoerências sobre o dogma do Purgatório estão em contradição com as seguintes afirmações bíblicas:

a. Quanto à perfeita libertação do pecado(Jo 8.32-36).
b. Quanto ao completo livramento do juízo vindouro(Jo 5.24).
c. Quanto à completa justificação pela fé (Rm 5.1-2).
d. Quanto à intercessão de Cristo (1 Jo 2.1).
e. Quanto ao atual estado dos mortos (Lc 23.43; Ap 14.13).
f. Quanto à bem-aventurada esperança do salvo (Fp 1.21-23; 2Co5.8 ).

 

 

 

A Tradição e a Bíblia.

Em 1929, sobre a Bíblia, escreveu padre Bernhard Conway :‘’A Bíblia não é a única fonte de fé , como Lutero ensinou no Século XVI, porque, sem a interpretação de um apostolado divino e infalível, separado da Bíblia, jamais poderemos saber, com certeza, quais são os livros que constituem as Escrituras inspiradas, ou se as cópias que hoje possuímos concordam com os originais. A Bíblia em si mesma, não é mais do que letra morta , esperando por um intérprete divino; ela não está arranjada de forma sistemática; ela é obscura, e de difícil entendimento, como São Pedro diz de certas passagens das Cartas de Paulo( 2Pe 3.16, cf. At 8.30-31); como ela é ,está aberta a falsas interpretações. Além disso, certo número de verdades reveladas têm chegado a nós, somente por meio da Tradição Divina’’ ( The Question Box. ).
No Compêndio do Vaticano II, lê-se o seguinte : ‘’Não é através da Escritura apenas que a Igreja deriva sua certeza a respeito de tudo que foi revelado. Por isso ambas ( Escritura e Tradição ) devem ser aceitas e veneradas com igual sentido de piedade e reverência’’ (pág. 127).
Como não era possível deixar o paganismo e voltar-se para a Bíblia, o clero no Concilio de Tolosa, em 1229, proibiu o uso da Bíblia pelos leigos.
Somente com o advento da Reforma Protestante no sec. XVI, o valor da Bíblia, como única regra de fé e pratica, foi exaltado, e sua mensagem pregada onde quer que se fizesse sentir a influência desse evento.
A ênfase bíblica da mensagem reformada forçou o clero da Igreja Romana a reavaliar a decisão do Concilio de Tolosa, e passou a permitir a leitura da Bíblia pelos leigos , desde que satisfeitas as exigências :

que a Bíblia fosse editada ou autorizada pelo clero.

que os leigos não formassem juízo próprio dos seus ensinamentos.

Que os leigos só aceitassem a sua interpretação quando feita pelo clero.

 

Impedidos de interpretar a Bíblia por si mesmos, os leigos estavam privados da possibilidade de ver quão desrespeitosos a Bíblia são os dogmas acobertados pela Tradição. Só desta forma, os dogmas fundamentados na tradição estariam resguardados de julgamento e a Bíblia reduzida, assim, a um livro ininteligível e destruído de autoridade.

A Virgem Maria

A essência da adoração na Igreja Católica Romana não e girada em torno do Pai, do Filho e do Espirito Santo, mas da pessoa da Virgem Maria. No decorrer dos séculos têm sido as mais diferentes e absurdas crendices, as cridas em torno da mãe do Salvador.

A Teologia Mariana.

Decreta no Concilio Vaticano II :’’ Os fieis devem venerar a memória primeiramente da gloriosa sempre Virgem Maria, Mãe de Deus e de nosso Senhor Jesus Cristo’’.
Dentre as muitas declarações em torno de Maria, destacam-se as seguintes

Concebida sem pecado.
‘’Daí não admira que nos Santos Padres prevalece o costume de chamar a Mãe de Deus toda santa, imune de toda mancha do pecado, como que plasmado pelo Espirito Santo e formada nova criatura’’( Compêndio Vaticano II, pag. 105).

Sempre Virgem.
‘’Maria sempre foi virgem. Esta e doutrina tradicional da Igreja Católica. No entanto a grande maioria das Igrejas Protestantes afirma que Maria não guardou a sua virgindade teve outros filhos alem de Jesus’’( A Igreja Católica e os Protestantes, pag. 88).

 

Medianeira e Intercessora
‘’ A Bem-aventurada Virgem Maria e invocada na Igreja sob títulos de Advogada, Auxiliadora, Adjutriz, Medianeira’’( Compêndio Vaticano II, pag. 109).
Invocando o testemunho das Escrituras, concluímos que:
Maria não foi concebida sem pecados.
Maria teve outros filhos.
Maria não exerce mediação a favor do pecador.
Só Cristo intercede pelo pecador.

Definição da Missa.

O que a missa e no contexto do Catolicismo Romano e definido pelo padre Miguel Maria Giambelli :
‘’O que nos católicos chamamos ´missa´, os primeiros cristãos de Jerusalém chamavam de ´ partir do pão´, porque foi exatamente isto que fez Jesus na ultima Ceia ´ Tomou o pão, deu graças e partiu…´ S. Paulo lembra aos corintios que todas as vezes que eles se reúnem par comer deste pão e para beber deste cálice, anunciam a morte do Senhor , isto e, eles renovam o sacrifício do Calvário.
Deste ensino deduz-se que Giambelli afirma:

Missa e santa ceia do Senhor são a mesma coisa.

A missa renova o sacrifício do Calvário.

O pão e o vinho usados na missa são transubstanciados no próprio corpo de Cristo no momento da celebração.

Quem não diferenciar o pão que e servido na missa do que e vendido na padaria, ‘’come e bebe sua própria condenação’’.

 

Esse ensino e errado, portanto, contrario aquilo que as Escrituras Sagradas ensinam.

Os Livros Apócrifos.

Muitas perguntas têm sido feitas e muitas questões têm sido levantadas quanto aos livros apócrifos. Os católicos chegam ate mesmo a afirmar que a Bíblia usada pelos evangélicos ( os quais chamam ´´protestantes´´), e incompleta e falha por faltarem nela os livros apócrifos.
O numero de livros apócrifos vai muito alem daqueles que a Bíblia de uso católico contem, porem, os mais conhecidos são aqueles que foram aprovados pela Igreja Católica no Concilio de Trento, em 1546. Destes, mais da metade são inseridos nas Bíblias de edição Católica.
Os apócrifos consistem de livros assim chamados, e de acréscimo a livros canônicos. A sua aprovação pela Igreja Católica se deu, em meio a intensa controvérsia , havendo inclusive luta física resultante da contenda e dos debates em tornos deles. Os livros aprovados foram os seguintes : Tobias, Judite, acréscimo ao livro canônico de Ester, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque ( contendo a epistola de Jeremias), Cânticos dos Três Santos Filhos (acréscimo a Daniel), Historia de Susana e Bel e Dragão ( também acréscimos a Daniel), 1 e 2 Macabeus.
Eram 14 os principais apócrifos do Antigo Testamento. Destes, os não reconhecidos pelo Concilio de Trento, foram 1 e 2 Esdras e A Oração de Manasses.